
Caricatura de 22 de Julho de 1946,
após o bombardeamento do King David Hotel.
No dia em que nasceu o sionismo,
o colonialismo e o racismo
ainda não eram pecado.
No dia em que nasceu o sionismo,
o imperialismo era um estilo de vida
e o nosso terceiro mundo era completamente irrelevante
e estava completamente subjugado.
No dia em que nasceu Israel,
o mundo tinha fome
e estava muito ocupado com a reconstrução
das ruínas da Segunda Guerra Mundial.
No dia em que nasceu Israel,
nenhum país árabe nem nenhum outro vizinho
votou a favor da sua criação,
nem sequer a Grécia ou a Turquia.
No dia em que nasceu a resistência palestina,
o Canal de Suez e a Jordânia eram britânicos
e os cedros do Líbano eram franceses.
No dia em que nasceu a resistência palestina,
os ocidentais ainda tinham
sangue judeu fresco nas suas mãos.
No dia em que todos os palestinos
ainda viviam pacificamente,
não existia o estado de Israel… ainda.
No dia em que não havia terrorismo,
os sionistas ainda estavam dentro da Europa…
No dia em que ocorreram
os primeiros actos de terrorismo na Palestina,
as bombas eram de sionistas
e as vítimas nunca foram os imigrantes judeus.
Se os palestinos descobriram o terrorismo depois,
foi porque os sionistas o importaram com eles.
No dia em que escrevo este texto,
somos chamados “terroristas”
e eles são chamados “vítimas”.
Raja Chemayel
16/02/08
Visitem o meu blog antes que o terrorismo lá chegue… primeiro.
http://frustratedarabdiary.blogspot.com/
No dia em que nasceu o sionismo,
o colonialismo e o racismo
ainda não eram pecado.
No dia em que nasceu o sionismo,
o imperialismo era um estilo de vida
e o nosso terceiro mundo era completamente irrelevante
e estava completamente subjugado.
No dia em que nasceu Israel,
o mundo tinha fome
e estava muito ocupado com a reconstrução
das ruínas da Segunda Guerra Mundial.
No dia em que nasceu Israel,
nenhum país árabe nem nenhum outro vizinho
votou a favor da sua criação,
nem sequer a Grécia ou a Turquia.
No dia em que nasceu a resistência palestina,
o Canal de Suez e a Jordânia eram britânicos
e os cedros do Líbano eram franceses.
No dia em que nasceu a resistência palestina,
os ocidentais ainda tinham
sangue judeu fresco nas suas mãos.
No dia em que todos os palestinos
ainda viviam pacificamente,
não existia o estado de Israel… ainda.
No dia em que não havia terrorismo,
os sionistas ainda estavam dentro da Europa…
No dia em que ocorreram
os primeiros actos de terrorismo na Palestina,
as bombas eram de sionistas
e as vítimas nunca foram os imigrantes judeus.
Se os palestinos descobriram o terrorismo depois,
foi porque os sionistas o importaram com eles.
No dia em que escrevo este texto,
somos chamados “terroristas”
e eles são chamados “vítimas”.
Raja Chemayel
16/02/08
Visitem o meu blog antes que o terrorismo lá chegue… primeiro.
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