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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

À espera que a gravidade faça o seu trabalho


O suicídio de uma nação
(a pedir perdão!)


Não critiquem Israel,
senão serão chamados anti-semitas
(e nunca poderão ser presidente dos EUA).

Não critiquem a decadência ocidental,
senão serão chamados muçulmanos fundamentalistas.

Não elogiem Fidel Castro nem Hugo Chávez,
senão serão chamados revolucionários.

Não chamem ditador nem mentiroso a George Bush,
senão serão chamados terroristas.

Não critiquem a estância balnear da Baía de Guantánamo,
senão serão acusados de serem membros da Al-Qaeda.

Não apoiem os combatentes pela liberdade do Iraque,
senão serão chamados de “baatistas”
(como se ser “baatista” fosse mau!)

Limitem-se a calarem-se… e a ver o Larry King na televisão.
Ou a calarem-se… e a ver a Hilary a queixar-se de MacCain.
(como se ela fosse muito melhor!)

Calem-se e fiquem em casa…
Esperem até que a gravidade os faça cair a todos,
e, de preferência, que não seja nas nossas cabeças.

Sherlock Hommos
Um semita fundamentalista revolucionário,
mas não necessariamente terrorista,
nem membro da Al-Qaeda.

22 de Fevereiro de 2008

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

“Marcas Registradas” para evitar confusões



As marcas registradas comerciais
são uma norma de registro internacional para proteger nomes,
símbolos e logótipos comerciais.

Não é uma prova a 100% que ninguém o copiará
ou tentará copiar...

Eu, por exemplo, tenho uma imitação de relógio suíço
com um nome muito ilustre… por três boas razões:
primeiro porque me parece bem,
em segundo lugar porque só custou 100 dólares,
e em terceiro lugar porque este relógio
serve para o meu propósito de parecer
socialmente melhor às custas de outros.

O mesmo acontece com a Al-Qaeda (Al Kayda ou El Caiida),
que ainda não foi registrada como marca comercial registrada.

Ou seja, o que está a acontecer é que ninguém e todos
podem usá-la e usam-na para os seus próprios propósitos...
Alguém assassinou Benazir Butto,
outros estão activos na Argélia,
outros estão a estacionar os seus carros sem cuidado em Bagdad,
outros usam o metro de Londres…
Hoje em dia estão em Marrocos e amanhã estarão nas Ilhas Fiji…
E o mais famoso teve lugar em Manhattan... lembram-se?

Por isso o que devemos fazer é obrigar o seu criador, a CIA,
a registrá-la oficialmente...
E em segundo lugar a lembrar-se da maneira de a pronunciar
Al CAIDA ou Al CIADA
Al-Qaeda ou El Kaiida
para assim evitar imitações, cópias e outros abusos.

Eng. Moustafa Roosenbloom
Gerente do Escritório de Registro de Marcas Comerciais
Terceiro dia de 2008

P.S.:
George Bush registrou uma marca comercial para a “Democracia.”
Israel solicitou a de “donos da Palestina”.
Os sionistas solicitaram a de “vítimas de terrorismo”.
Os judeus solicitaram a de “únicas vítimas de genocídio”.
Os palestinos solicitaram a da “paz dos corajosos”.
Os italianos solicitaram a do “grande amor da mãe”.
Os alemães solicitaram a de “sei tudo”.
E, finalmente, os libaneses solicitaram a de “mais inteligente que os outros”.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Eu sei… que não sei!!


Desenho de Allan Macdonald©

Eu sei… que não sei…
Ou por outra, não sei muito…


Dizem que...
Benazir foi assassinada pela Al-Qaeda...
E tendo em conta que a Al-Qaeda foi criada pela CIA,
Musharraf não tem o sangue dela nas mãos...
E George Bush estava a jogar golfe... quando a assassinaram.

Além disso,
Benazir tinha, supostamente, pedido protecção à Mossad...
Mas a Mossad não pode estar em todo o lado!
Estava muito ocupada à procura de …
um franco-atirador para Hugo Chávez...

Sherlock Hommos
29.12.2007

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Iraque ou Irão?

Muito provavelmente é verdade,
que George W. Bush fala com Deus,
mas resta saber se Deus,
alguma vez falou com George.

Sendo tão ignorante sobre tantos temas e disciplinas
ele também é muito fraco, especialmente a geografia,
supostamente foi “pedido” a George W. Bush que “invadisse o Irão”
mas acabou por incendiar o Iraque,
independentemente de quem lhe tenha pedido para o fazer…

O George errou no alvo… apenas por uma letra…
e um milhão de mortos e quatro milhões de refugiados
consideram-no responsável… sem esquecer também…
vinte cinco mil norte-americanos que usam
uma cadeira de rodas ou um membro artificial…

Em segundo lugar,
de certeza que foi alguém, que não Deus,
que pediu ao George que “invadisse o Irão”
ou praticamente para invadir o Iraque…

De qualquer forma,
o Diabo, Haliburton, Blackwater,
Al-Qaeda e Israel
não se queixam
da ignorância ou do erro do George.

Eng. Moustafa Roosenbloom
Um historiador histérico
15 de Novembro de 2007

sábado, 13 de outubro de 2007

Devia haver um Óscar para a paz?


Al Gore perdeu para George Bush
graças à escolha honesta dos eleitores da Florida.

Mas o destino tinha planos melhores para o Al.

Imagine que era o Al Gore a lutar contra a Al-Qaeda,
em vez do George.

Imagine que tivesse sido o Al Gore a aterrar num porta-aviões
para declarar Missão Cumprida, em vez do George.

Não, senhor,
a vida tratou o Al muito bem,
e muito mais favoravelmente do que ao George.

O destino converteu esse político norte-americano
num homem honesto!

O destino fez que Al entrasse na história sem sangue nas mãos!
O destino fê-lo perder para o George para que
ele pudesse um dia, ganhar um Óscar e um Prémio Nobel da Paz...
Isto é único!

Santo Macarrão!
Nem John Wayne chegou tão longe...
e Jimmy Carter não recebeu um Óscar,
mas Menahim Begin conseguiu um Prémio Nobel da Paz, apenas!!

Conclusão:
perder para George Bush, é o primeiro passo para ter êxito!!
Perguntem aos valentes insurgentes iraquianos,
eles não precisam de um Óscar!!
E estão a ganhar... e não me refiro ao Prémio Nobel da Paz.

É engraçado porque apenas ontem o documentário de Al Gore
foi considerado impreciso por ter 8 erros científicos,
que requerem correcções antes de poder ser visto nas escolas.

Será que o Prémio Nobel da Paz vale tanto como qualquer Óscar??

Um amigo meu que ensina Ética disse-me que
a palavra “hipócrita” significa “actor” em grego antigo.

Por isso, será que há uma ligação entre os Óscares e os Prémios Nobel?
São todos actores e/ou hipócritas?

Devia haver um Óscar da Paz ou
um Prémio Nobel da Paz por actuar?

Raja Chemayel
À espera de um Óscar ou de um Prémio da Paz…
O que vier primeiro!

13 de Outubro de 2007

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

O dia em que o George chegou


Desenho de Ben Heine©

Comparemos quanta pilhagem está agora a ter lugar
no Museu Nacional Arqueológico de Bagdad
e noutras partes do Iraque, à era do regime de Saddam.

Comparemos quanto contrabando e roubo de petróleo existe agora
em comparação com os tempos em que Saddam era presidente.

Juntemos a isto violações, roubos, assaltos e por último,
mas não menos importante, a limpeza étnica generalizada.

Quantas igrejas se construíram durante o reinado de Saddam
e quantas mesquitas foram destruídas desde que chegou George Bush?
Quando Saddam era presidente os judeus de Bagdad
andavam à vontade nas ruas da cidade,
mas agora têm de ser protegidos por mercenários bem pagos…

Quantos iraquianos fugiram do seu país em comparação com os
dois milhões de trabalhadores estrangeiros que estavam bem empregados
no Iraque antes de que o George chegasse…

Não é preciso ter um Doutoramento em Ciências Políticas,
nem ser especialista em história do Médio Oriente…
Acenda a sua televisão!
Se a Al-Qaeda alguma vez existiu… nunca foi dentro do Iraque,
até e somente depois de que o George chegasse.

A fome, o caos e a guerra civil chegaram depois da invasão do George.
Se os EUA e os seus paus-mandados se retirassem do Iraque
na tarde da próxima sexta-feira,
a paz voltaria… na manhã da seguinte segunda-feira.

Nunca houve armas escondidas,
nem vamos ver nenhuma democracia!


Boa-noite! Adeus!
E para a próxima vez deixem os vossos “Georges” em casa
e com trela…

Raja Chemayel
19 de Setembro de 2007

sábado, 15 de setembro de 2007

O jogo da culpa



O Presidente dos Estados Unidos da América
ouviu os conselhos da CIA
e por isso invadiu o Iraque.

Hoje, esse mesmo presidente aconselha-se com o General Petreaus
sobre como retirar do Iraque (inteiros).

Este mesmo presidente teve seis conselheiros
(e por acaso, todos da mesma religião)
e entretanto, todos perderam o seu emprego
por razões diferentes, mas sobre tudo pelas derrotas no Iraque.

São muitas as razões do desastre total no Iraque
e as opiniões sobre quem é culpado diferem:

O General Petraeus culpa a Al-Qaeda
Condi Rice culpa o Irão
George Bush culpa o terrorismo global
Ehud Olmert culpa a Síria
a minha sogra culpa a minha escrita
Hilary Clinton culpa os veículos Hummer não blindados
Barak Obama culpa o jet lag das tropas
Al Gore culpa o aquecimento global
Ossama Bin Laden culpa os infiéis
os dois milhões de refugiados culpam
o Alto Comissariado para os Refugiados
e
um milhão de mortos culpam…
ninguém, já não culpam ninguém.

Pessoalmente, eu culpo muitas pessoas,
mas culpo principalmente o único ganhador deste jogo:
O Estado de Israel… quem mais??

Raja Chemayel
Sem culpa… mas frustrado!!
15 de Setembro de 2007



Visitem o meu blog antes que o General Petreaus se demita também!!

http://frustratedarabdiary.blogspot.com

sábado, 1 de setembro de 2007

Reciprocidade

O Xeque Moqtada El Sadr
ordenou ao seu exército Mehdy
que respeite o cessar-fogo unilateral
durante um período de seis meses.

Os soldados dos EUA estão muito emocionados com este gesto
e deixarão de bombardear cidades inteiras
e de destruir aldeias inteiras
também durante seis meses.

A Mossad, embora não exista,
deixará de pôr bombas nos mercados cheios de gente
apenas aos sábados (Sabbat)
durante esses seis meses.

Os mercenários estrangeiros também contribuirão
com um gesto muito humano e não cobrarão horas extraordinárias
durante estes seis meses, como sinal de boa vontade...

O Governo (iraquiano) e os seus ministros durante este tempo,
deixarão de aceitar subornos e adiarão toda a corrupção
durante as horas de trabalho oficial... por seis meses!

Apenas se fará uma excepção na indústria petroleira,
porque se não se roubar durante seis meses,
será um desastre para o sistema de mercado livre...

O MI5 e o MI6 pararão todas as suas actividades subversivas
em Basra e no sul do país em geral.

A Al-Qaeda retirar-se-á para Langley, Virginia
para um curso de actualização na sede da CIA.

Finalmente, os curdos sem saber para onde ir,
e sem saber em quem confiar,
ficarão nos seus campos de treino
onde todas as formações são dadas em Hivrit.

Afinal de contas, este é um passo positivo que dará tempo a todas as partes desta tragédia para reflectir e perguntar-se:

Porque é que estou a liberar o meu país dos “libertadores”??
ou
porque é que estou a ocupar o país dos outros?
ou
o que é que tem o genocídio a ver com a promoção da democracia?
ou
ou como poderia a pilhagem dos recursos iraquianos deter o terrorismo global?
ou
como é que nos tornámos piores do que aqueles a quem acusamos de uma ditadura brutal?

De qualquer maneira, 6 meses é uma abstracção,
e um cessar-fogo é um acto de equilíbrio temporal...

Eng. Moustafa Roosenbloom
Que promete 6 meses de verdade e tréguas
1 de Setembro de 2007

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Dez passos para chegar ao Israóleo

Primeiro,
dizemos que o Presidente Saddam era um ditador perverso
em segundo lugar,
acusamos Saddam de ter Armas de Destruição Massiva
em terceiro lugar,
bombardeamos e invadimos o Iraque.
Em quarto lugar,
declaramos que a agressão barbárica é uma “missão cumprida”
pelo bem da democratização no berço da civilização.
Em quinto lugar,
promovemos, iniciamos e organizamos o caos total no Iraque
levando ao poder os senhores da guerra, os poderes feudais, os mullahs
e até os ladrões + 107.259 mercenários.
Em sexto lugar,
perdemos a guerra e depois culpamos a Al-Quaeda
e tentamos encontrar uma saída...
Se não, passamos ao número 7…
Em sétimo lugar,
invadimos o Líbano, como distracção, porque Israel
fracassou de todas as maneiras e repetidamente também.
Em oitavo lugar,
se nunca encontrarmos as armas de Saddam escondidas no Líbano,
então continuamos (de acordo com o planeado) a procurá-las, na Síria...
Em nono lugar,
depois de devastar, destruir e arruinar a Síria, também,
o último, e décimo passo, será declarar tudo isto um êxito total,
e tudo em benefício de Israel...

Claro!

Posso estar enganado, por isso aceitaria quaisquer
outras análises ou acusações.
Até lá eu digo:
“Foi tudo feito pelo bem de Israel”
ou melhor “pelo bem do Israóleo”.


Eng. Moustafa Roosenbloom
Procurando o petróleo kosher
Último dia de Agosto de 2007